sábado, 30 de julho de 2011

"Sandy deixa a Devassa e é contratada pela Caracu"

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São Paulo, sábado, 30 de julho de 2011

Sandy! A Devassa fez efeito!

JOSÉ SIMÃO
 


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...E terremoto do dia: a declaração da Sandy na "Playboy": "É possível ter prazer anal". Devassa! Anal Toddynho! Efeito devassa. A cerveja bateu agora.
E corre na internet o novo slogan da Devassa: "Devassa, a cerveja pra quem dá o redondo". A Skol desce redondo e a Devassa é pra quem dá o redondo!
E agora, se a sua mulher regular, você já pode gritar: "Você é mais careta que a Sandy!". Rarará!

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E a "Playboy" tem fotos da Galisteu e entrevista da Sandy. Mas o anal da Sandy derrubou o frontal da Galisteu. O fiofó da Sandy derrubou a periquita da Galisteu! E a "Playboy" da Sandy devia se chamar Playground! Playboy de travecas é a Playbolas. Playboy da Hebe é a Playlanca. E a Playboy da Sandy é o Playcenter.
E a trajetória da Sandy: no Carnaval ela tomou cerveja, nas férias de julho ela falou sobre prazer anal e no Natal? Até o Natal, a peruzada que se cuide. Rarará! E vai ser tudo na Disney.

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E eu adoro a Sandy porque ela faz comercial da Devassa e fala sobre prazer anal com aquela mesma carinha de garota propaganda da Fanta Uva! E os sites de humor? Manchete do Piauí Herald: "Schin escala Sandy para nova campanha EXPERIMENTA!". Prazer anal! Experimenta! Experimenta! E o Sensacionalista: "Sandy deixa a Devassa e é contratada pela Caracu". E Cocotaseco postou uma foto bem singela da Sandy e escreveu embaixo: "Esta é uma singela homenagem ao furico mais comentado do Brasil". Rarará! Ô esculhambação!

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O Brasil é assim: quando você acha que não tá acontecendo nada, vem a Sandy com essa analógica declaração! E como disse um amigo meu: se tomando cerveja ela já sai falando isso, imagine se tomasse a marvada! Rarará! ...

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O enfrentamento da crise internacional pelo Brasil




Sábado, 30 de Julho de 2011

Enfrentamento da crise


Amir Khair*

As análises conservadoras atribuem peso excessivo à ameaça da inflação. Como antídoto recai no velho chavão de que o governo está gastando em excesso, o crescimento está elevado demais e que isso obriga o Banco Central (BC) elevar a Selic para conter o excesso da demanda criada pelo governo. É a política do pé no freio da economia para conter a inflação. É sempre a mesma ladainha. O que na realidade querem é que a Selic suba para dar mais lucro financeiro aos que aplicam nos títulos do governo federal. Isso vem se repetindo há anos e o custo dessa política de taxas de juros elevada atingiu nos últimos doze meses até maio R$ 220 bilhões (5,7% do PIB). Esse custo na média mundial é de 1,8% do PIB.
Essas análises parecem desconhecer que o que está elevando as despesas do governo são os juros e essa elevação é bem superior à própria capacidade do governo em crescer suas despesas. Assim essas análises são totalmente desprovidas de sentido, mas por serem as mais difundidas pela mídia acabam por iludir a opinião pública para não focar a causa central dos problemas criados pelo BC e pelo mercado financeiro que são as taxas de juros Selic e taxas de juros dos bancos, as mais altas do mundo e que impedem o País de ter os recursos necessários para enfrentar os elevados déficits sociais e de infraestrutura.

Na China a taxa básica de juros equivalente à Selic é de 3% e a taxa de juros ao consumidor de 6% ao ano. Aqui, a taxa de juros média cobrada do consumidor pelos bancos foi de 46,1% em junho, ou seja, oito vezes maior do que a chinesa.
Nos empréstimos do cheque especial entre os maiores bancos em 18 de julho, segundo dados do BC, foi de 167% na Caixa Econômica Federal, 175% no Banco do Brasil, 176% no Itaú e Bradesco e 219% no Santander. Agiotagem em alto grau, inclusive nos bancos oficiais.

O governo tem o poder de limitar essas taxas de juros, mas não enfrenta o mercado financeiro e tem que dar nó em pingo d’água para conduzir a economia dentro dessas distorções que afetam o poder de compra dos consumidores e as empresas que dependem de capital de giro para viabilizarem seus negócios.

Cenário externo
O cenário internacional está em franco processo de deterioração. A dívida dos EUA, mesmo se ampliada pelo Congresso, já arranhou a imagem do país e passou a ser motivo de preocupação para todo o mundo. Os americanos viveram artificialmente um super consumo irrigado a crédito barato e, agora se encontram endividados, tendo que conter a volúpia consumista. Como 70% do PIB dos EUA dependem do consumo, a tendência é de estagnação por vários anos. Para agravar esse quadro, as despesas militares não cabem mais no orçamento americano e, quanto mais tempo permanecerem tentando impor sua hegemonia militar, com tropas espalhadas pelo mundo, pior será.
Na Europa a falta de entendimento entre o Banco Central Europeu (BCE), os governos da Alemanha e França e os bancos privados para tentar contornar a crise grega evidenciou a fragilidade da zona do euro. A tendência é permanecer estagnada a economia por vários anos e com riscos de default da Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália, atingindo o sistema bancário dentro e fora da zona.

Estratégia de enfrentamento da crise
Diante deste cenário, o Brasil deve se defender, baseando sua força no desenvolvimento do seu mercado interno e na posição estratégica que tem nas commodities e alimentos que contribuem tanto interna quanto externamente nas exportações. O governo deve priorizar o abastecimento interno das commodities e alimentos regulando os volumes exportados para que não faltem ao consumo. O que sobrar é que deve ser destinado à exportação. Quanto aos preços das commodities o governo deve assumir a posição estratégica de aproveitar as cadeias produtivas que têm no topo as commodities, para agregar valor e empregos nas empresas à jusante dessas cadeias.

No comércio exterior o melhor caminho é continuar sua política externa no rumo dos países emergentes, que apresentam crescimento econômico e defender nossas empresas da invasão de produtos importados ilegalmente por dumping e triangulação da China usando outros países para suas exportações ao Brasil.

Para tentar controlar o câmbio o governo resolveu atuar sobre o mercado futuro com medidas mais fortes e que podem reduzir a especulação com os derivativos. O CMN impôs três medidas, que poderão conter os movimentos especulativos sobre o real. A primeira medida foi cobrar 1% de IOF quando os investidores ampliarem suas apostas na valorização do real, que excederem US$ 10 milhões. Junto, a ameaça é que o IOF pode ir até 25% se o governo achar necessário. A segunda é exigir o registro de todas as operações com derivativos. Com isso, espera ter mais transparência e controle sobre esses negócios. A terceira taxa em 6% de IOF os financiamentos superiores a 720 dias que forem antecipadamente resgatados.

Essas decisões, embora acertadas, não irão coibir a maior fonte de ingressos de dólares pela porta dos investimentos diretos de estrangeiros (IDE), que não pagam o IOF de 6%. O BC poderia controlar essas operações antes da internação dos dólares pelo depósito obrigatório em sua conta no exterior, só liberando cada entrada ao fluxo de caixa necessário ao investimento a ser feito no Brasil. Não o faz e, assim, os dólares que entram se transformam em reais e podem ser aplicados na Selic gerando lucros financeiros que são remetidos para a matriz estrangeira. Isso ficou evidenciado na anormal elevação do IED nos primeiros cinco meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2010. Atingiram 138% (!)

Para completar a defesa cambial do País é necessário que a Selic vá para o nível internacional rapidamente, para coibir toda e qualquer operação de carry trade (aplicação financeira que consiste em tomar dinheiro a uma taxa de juros em um país e aplica-lo em outro, onde as taxas de juros são maiores). O controle inflacionário deve ser feito via metas de inflação, através das medidas macroprudenciais, que podem calibrar o crédito e o valor das prestações (o que a Selic não consegue), adequando o crescimento da oferta de empréstimos à evolução da massa salarial, para ter sob controle a inadimplência.

Em apoio ao controle inflacionário e melhoria do comércio exterior, o governo deve agir mais sobre as importações via impostos, preços mínimos, quantitativos máximos, como fazem os demais países para a proteção de suas empresas e/ou da população contra os preços abusivos internos. Dilma deve por o mercado financeiro e o BC a favor da economia e da sociedade, limitando as taxas de juros e tarifas bancárias extorsivas e trazer a Selic ao nível internacional até meados de 2012.

Se a presidente assumir esse enfrentamento terá o apoio da sociedade e se livrará das amarras que até agora vem impedindo aproveitar o imenso potencial material e humano que o Brasil possui. Felizmente, algumas iniciativas governamentais estão indo na direção desejável.

Moralização - Priorizar a gestão e enfrentar a corrupção, como as do DENIT, terá apoio da sociedade, trunfo necessário para enfrentar ameaças no Congresso, que refluem quando a mídia denuncia a corrupção. É assim, que se constrói seriedade e ponto de partida para cortar desperdícios de recursos públicos, permitindo alocá-los onde as carências são flagrantes.

Estímulo - Algumas medidas foram tomadas na direção do desenvolvimento ao deslanchar programas sociais, como a elevação dos valores do Bolsa Família, o lançamento do Brasil sem Miséria e a segunda fase do Minha Casa Minha Vida. Pode contribuir o lançamento do "Programa de Inovação do Brasil", referente à política de desenvolvimento da competitividade, com incentivo à exportação de manufaturados e assentar os pilares da política industrial, na exigência de maior conteúdo local, agregação de valor, compras governamentais e política de defesa comercial.

Dia 9, a presidente disse que anunciará "uma boa melhorada" no Super Simples, que prevê a unificação de oito tributos - seis federais, um estadual e um municipal. Ele atinge a maioria das empresas.

São iniciativas pró-desenvolvimento, mas insuficientes para os desafios da crise internacional, que se aprofunda e poderá se estender por vários anos.

(*) Mestre em finanças públicas pela FGV e consultor

O retorno à tribo

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http://www.maurosantayana.com/2011/07/o-retorno-tribo.html

30/07/2011

 

O RETORNO À TRIBO


Por Mauro Santayana


Li, com pavor, o documento “A European Declaration of Independence – 2083”, assinado por Anders Behring Brejvik, o exterminador de adolescentes de Oslo. O texto, em seu todo, é incongruente, repetitivo e capenga. Mas em seu início, revela bom conhecimento histórico – sempre distorcido, é certo - e a leitura fundamental da filosofia política, sobretudo dos autores marxistas, com predileção pela Escola de Frankfurt, a que ele atribui a difusão do “marxismo cultural”. É difícil acreditar que Brejvik, aos 32 anos, dedicados, em sua maior parte à caçada, ao fisioculturismo e aos jogos eletrônicos, seja portador do conhecimento ali exposto.
Não parece provável que ele tenha sido o único redator do documento, a não ser nas instruções para a preparação de explosivos, a partir de substâncias fertilizantes, e para o uso de armas. Trata-se, pelo que se deduz, de um documento coletivo ou, pelo menos, redigido com a participação de algum teórico do racismo de extrema-direita. No conjunto, no entanto, o texto faz lembrar outros documentos dos nazistas e fascistas – como é o caso de Mein Kampf. Ele, equivocadamente, nomeia Lukacs entre os fundadores da Escola de Frankfurt. O pensador húngaro é autor de extraordinário ensaio sobre a insânia do nazismo, “Die Zerstörung der Vernunft” (A destruição da razão), publicado em 1954. Cita Erich Fromm, Horkheimer, Adorno e Marcuse, entre outros. O provável co-autor do texto deve ter lido as obras marxistas que cita.
Como todos os documentos dessa natureza, redigidos a partir de uma visão maniqueísta do mundo, o manifesto de Brejvik é capaz de apodrecer a razão de muitas pessoas, desprovidas dos postulados básicos do Humanismo. Daí o terrível paradoxo em ele se identificar como “fundamentalista cristão”. O cristianismo é o contrário do que ele prega. A mensagem do racismo é simples, e pode perverter os desavisados e, assim, a lógica histórica: todos os que são diferentes não pertencem à minha mesma natureza, logo, são inimigos que devo eliminar. O segundo momento do racismo, que tem raízes na pré-história, é o da ocupação de espaço. A idéia do “espaço vital”, como revelam os livros elementares de antropologia, vem da disputa do território de caça pelas tribos primitivas. O “espaço europeu”, na visão desses racistas herdeiros da confusão mental de Gobineau e outros, está invadido pelo Islã. Essa migração, como qualquer pessoa bem informada disso sabe, resulta não de um projeto de conquista – como poderia ter sido a dos muçulmanos que invadiram militarmente a Europa no século 8 – mas da exploração impiedosa pelos países europeus (e, mais recentemente, pelos Estados Unidos) dos recursos do Oriente Médio. Essa ânsia de saqueio do petróleo – e outros recursos - promoveu as guerras brutais contra os povos daquela região. É natural que busquem onde possam sobreviver.
O assassino de Oslo cita várias vezes o Brasil como exemplo do caos da miscigenação. Atribui, a essa promiscuidade “racial”, as desigualdades e a corrupção. Ele pode citar o seu próprio país como exemplo de coesão nacional e alguma igualdade social (da qual, como se sabe, estão excluídos os imigrantes), mas se esquece de que uma nação de grandes recursos naturais, de menos de cinco milhões de habitantes, equivalente a uma das capitais brasileiras, é quase tão fácil de governar como o rico Principado de Mônaco. E, ao contrário do que insinua o texto, não são os mestiços, pobres em sua maioria, os principais corruptos, mas, sim, a elite branca, que descende dos colonizadores europeus.
É um erro considerar o massacre de Oslo como ato isolado de um psicopata. A psicopatia de homens como Brejvik tem origem na patologia da injustiça da civilização contemporânea. Como apontou Melanie Philipps, do Daily Mall, “Brejvik talvez seja um psicopata desequilibrado, mas o que emerge agora de seu ato atroz é o delírio de uma cultura ocidental que perdeu a sua razão”.
Outra opinião importante, essa de um sociólogo norueguês, que se dedica ao estudo dos problemas da guerra e da paz, Johan Gulgag, é a de que “é fácil “psiquiatrizar” o ato de Brejvik, e não ver a gravidade das idéias” que devem ser combatidas agora e em todos os paises da Europa, antes que seja tarde.
A democracia não pode ser tolerante com os que proclamam o genocídio como ato político, e o assassinato em massa como virtude. Hitler não enganou ninguém. Quando havia ainda tempo de fechar-lhe o caminho, países como a Grã Bretanha e da França foram cúmplices tolerantes da anexação da Áustria e dos Sudetos. Essa atitude promoveu a ereção dos fornos crematórios de Auschwitz e a morte, em combate e no massacre à população civil, de cerca de 50 milhões de seres humanos.
Como alguém lembrou, os muçulmanos de hoje são os judeus, os ciganos, os eslavos e os comunistas de ontem. E os judeus de Tel Aviv não são mais os que resistiram ao assalto ao Gueto de Varsóvia.

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UOL, 31/07/2011 - 09h48

Autor do massacre na Noruega comprou armas e enxofre para os explosivos no e-Bay


Em Londres
Anders Behring Breivik, autor do massacre de 22 de julho na Noruega, comprou no site e-Bay o enxofre e outros materiais que usou para fazer os explosivos usados nos ataque, afirma neste domingo o jornal britânico "Sunday Telegraph".
Segundo o jornal, que afirma ter consultado as compras on-line de Breivik nos últimos meses, o extremista comprou em novembro passado de um vendedor de Enfield, norte de Londres, cerca de 500 gramas de enxofre em pó para produzir explosivos.

Ele também comprou algumas ferramentas de uma empresa de Sheffield (norte). Além disso, comprou uma arma e acessórios para ela com fornecedores na China e nos Estados Unidos. "Quando ouvi a notícia sobre o que ele tinha feito, fiquei horrorizado e chocado, mas quando o Sunday Telegraph disse que eu estava envolvido involuntariamente (...), fiquei horrorizado e chocado dez vezes mais", declarou o vendedor de enxofre Andrew Christou.

Os mimos da hipocrisia

http://www.maurosantayana.com/2011/07/os-mimos-da-hipocrisia.html

30/07/2011

 

OS MIMOS DA HIPOCRISIA


Por Mauro Santayana

A imprensa tem repercutido o texto de um grupo de especialistas em política internacional do Conselho de Relações Internacionais de Nova Iorque, sobre o protagonismo do Brasil no grupo das potências emergentes. O documento aconselha aos “policy makers” norte-americanos que vejam o nosso país com outros olhos, e reconheçam a sua situação de ator global, e aproveitem sua emergência, como uma oportunidade para que os Estados Unidos trabalhem com o Brasil, no desenvolvimento de políticas complementares. O documento insta aos formuladores da política externa que apóiem decisivamente a postulação brasileira de integrar o Conselho de Segurança da ONU.

Devemos ver os elogios com prudência. É certo que, como resultado da conjuntura internacional, com as dificuldades econômicas dos Estados Unidos, provocadas pelos dos déficits brutais das aventuras bélicas, e os problemas da Comunidade Européia, agravados pelos desatinos dos grandes bancos, o Brasil passou a ser o destino de fortes investimentos. É preciso atentar para o fato de que a nova economia brasileira surgiu das políticas compensatórias do governo Lula: a injeção de poucos reais no orçamento miserável das famílias mais pobres do país iniciou o ciclo virtuoso do desenvolvimento, com mais consumo, mais produção, mais investimentos, mais empregos, mais educação e mais tecnologia.

Os elogios diplomáticos e o forte afluxo de capitais externos nos estimulam à auto-estima, mas reclamam reflexões profundas, aconselhadas pela boa cautela. Um país se torna mais vulnerável aos seus competidores quando se encontra em ascensão, como é o nosso caso. Isso nos obriga a buscar defender a nossa autonomia, e criar instrumentos de dissuasão, diante das possíveis ameaças externas. Assim, é necessário modernizar e equipar devidamente as forças armadas. Por melhores sejam as nossas relações com os vizinhos mais próximos, devemos atentar para o fato de que são conhecidos na História os atos de provocação engendrados por terceiros, a fim de promover a cizânia entre os povos irmãos.

Temos, nestes últimos tempos, sido pacientes no diálogo com os paises aparentemente mais débeis, e firmes nas negociações com os mais poderosos, sem arrogância, mas sem submissão. É este o caminho a seguir. Nunca tivemos ambições expansionistas. Isso não nos inibe de expor as nossas idéias e sugestões sobre o convívio internacional. Os cidadãos se empenham hoje no apoio às iniciativas de combate ao peculato e à corrupção tanto na administração pública quanto na estrutura do poder legislativo e do poder judiciário. Essa postura é necessária, a fim de assegurar a nova visão que os estrangeiros têm de nosso país. Um povo que não se respeita, não merece o respeito dos outros. Quando muito recebe, e com ironia, os mimos da hipocrisia.

Mais uma da “urubologia” global

É por esta e outras tantas matérias que divulgam que combatem a Lei de Meios.
Querm continuar divulgando falsidades e mentiras inpunemente!





http://www.tijolaco.com/nao-tentem-pegar-a-dilma-por-ai/


30/07/2011

Não tentem pegar a Dilma por aí




A reportagem exibida ontem pelo Jornal Nacional é um primor de “urubologia”.
Com uma edição digna de programa eleitoral do PSDB, com números negativos exibidos em computação gráfica e imagens de obras supostamente paradas.
Numa tentativa de transformar o sucesso em fracasso, não há uma palavra sobre 89% das obras monitoradas  estarem em ritmo adequado, enquanto 8% estão em estado de atenção, 2% têm execução preocupante e 1% já foi concluído, até porque são obras pesadas, que não se fazem com um estalar de dedos. Esse é o número em valor, o critério mais adequado, porque não distorce o quadro, misturando pequenas obras com grandes projetos.
Em resumo: 90% está dentro do planejado e 10% apresenta problemas. Mas a Globo faz matéria apenas sobre os 10%.
Nem uma palavra sobre já estarem contratados R$ 25 bilhões para obras de saneamento, 87%  deles em obras cuja execução está em torno de 50% realizada.
Nem um segundinho para a informação de já entraram no sistema elétrico brasileiro 2 mil megawatts gerados por obras do PAC 2. Ou que 83% dos projetos de urbanização em áreas precárias estão em andamento, satisfatoriamente.
Mas muito tempo para o senador Alvaro Dias – aquele vice “viúva Porcina” de Serra, o que foi sem nunca ter sido – e para um economista da “Contas Abertas” (aquela mesmo cujos fundadores estiveram às voltas com os problemas panetônicos do Governo de José Roberto Arruda, no Distrito Federal.

1º Balanço do PAC 2


A gente posta aí em cima o vídeo da apresentação feita pela Ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para você ver, em detalhes, o que a emissora não deu. Quem quiser ter acesso ao balanço completo,pode acessá-lo aqui.
A Globo, por aí, vai sangrar na veia da saúde do Governo Dilma. Porque ela pode ter defeitos, mas um deles certamente não é o de ser incapaz ou tolerante com atrasos e incompetência na gestão de projetos.
Mas isso tem dois aspectos bons. O primeiro, que a Globo pode distorcer a realidade, mas não é capaz de revogá-la.
O segundo, o de que está se encarregando de mostrar que a comunicação do governo não pode ser baseada no que a grande mídia chama de “liberdade de expressão”, que é ela falar sozinha.
Quem sabe assim o pessoal de lá se convence de que precisa falar claro, mostrar os fatos e dar à imensa rede de solidariedade ao projeto que Dilma os meios para combater a “urubologia” global?