sexta-feira, 7 de junho de 2013

Cara de pau – Mata os pais e então implora por clemência alegando ser um órfão

Esta é uma daquelas agências que avaliaram com nota máxima (AAA) os derivativos podres que levaram milharem de famílias às ruas da amargura.

Mui digna de confiança, não gente?

Ivan




Sexta-Feira, 07 de Junho de 2013

A Standard & Poor’s endossa a mídia, que retribui


Por Saul Leblon



Finalmente, uma agencia de risco internacional atende aos clamores da mídia brasileira e endossa a ‘percepção’ de um país em ‘espiral descendente’. 

Não importam as flutuações estatísticas; avalia-se com indiferença o vigor do mercado doméstico; desdenha-se do denso feixe de obras de infraestrutura e logística social em marcha na economia. 

É só mais uma evidência do governo gastador e intervencionista.

A inflação em baixa, o investimento em alta, que deixaram zonzos os analistas da linearidade ortodoxa nas últimas horas, nada mereceu o destaque atribuído ao carimbo negativo com o qual a Standard & Poor’s revisou a ‘perspectiva da nota de longo prazo’ atribuída ao país. 

Atenção para o detalhe: ‘perspectiva da nota de longo prazo’. 

É o velho truque da profecia autorrealizável, que os tambores locais engrossam em repiques sôfregos e escaladas gulosas, numa espécie de ‘agora vai’. 

A manchete de 'O Globo', desta 5ª feira, em letras garrafais, no alto da página, saboreava o acepipe. Idem a do 'Estadão'. 

Mas a fita métrica da credibilidade é crível? 

Que grau de confiança desfruta a própria Standard & Poor's, aqui tratada como um Moisés a rugir seu 11º mandamento: 'o Brasil fracassará'?

Ignora-se a folha corrida da fonte.


A causa comum tudo justifica.

A saber: joelhar o Brasil outra vez no altar dos mercados internacionais; interditar a formação do discernimento da sociedade sobre os problemas reais vividos pela transição do desenvolvimento brasileiro.

A convergência ortodoxa une sob a grife interesses da mesma cepa.

É forçoso iluminar o DNA dessa endogamia. 

Com a palavra, o economista Paul Krugman que , em agosto de 2011, atribuiu peso e medida à venerável instituição do mercado que acabara de rebaixar, também, a nota dos EUA . 

Trechos do artigo de Krugman , ‘Credibilidade, cara-de-pau e dívida’: 

“Para compreender todo o furor envolvendo a decisão da Standard & Poor’s, a agência de classificação de crédito, de rebaixar a nota dos títulos da dívida americana, é preciso ter em mente duas ideias aparentemente (mas não de fato) contraditórias.

A primeira é que os Estados Unidos não são mais o país estável e confiável de antes. 

A segunda é que a própria S&P goza de credibilidade ainda menor; é o último lugar de onde alguém deveria esperar avaliações sobre as perspectivas do país.

Comecemos com a falta de credibilidade da S&P.

Se há uma expressão que descreve a decisão da agência de classificação de crédito de rebaixar a nota dos EUA, esta é a cara de pau – definida pelo exemplo do jovem que mata os pais e então implora por clemência alegando ser um órfão.

Afinal, o imenso déficit orçamentário dos EUA é em grande parte resultado de um declínio econômico que se seguiu à crise financeira de 2008. 

E a S&P, juntamente com as demais agências de classificação de crédito, desempenhou papel importantíssimo na precipitação dessa crise, concedendo notas AAA a ativos lastreados em hipotecas que desde então se transformaram em lixo tóxico.

Mas as avaliações incompetentes não pararam por aí. Num episódio agora famoso, a S&P concedeu ao Lehman Brothers, cujo colapso deu início a um pânico global, uma nota A até o mês da sua quebra. 

E qual foi a reação da agência depois que esta empresa foi à falência? Ora, a S&P publicou um relatório negando ter feito qualquer coisa de errado.

são estas as pessoas que agora dão sua eminente opinião sobre a credibilidade dos Estados Unidos?

Espere só, a coisa não para por aí. Antes de rebaixar a nota da dívida americana, a S&P enviou ao Tesouro dos EUA um rascunho do seu comunicado à imprensa.

Os funcionários americanos logo repararam num erro de US$ 2 trilhões nos cálculos, algo que qualquer especialista em orçamento teria calculado corretamente. 


Depois de certo debate, a S&P reconheceu o erro e rebaixou a nota mesmo assim.

Num ponto mais amplo, as agências de classificação de crédito nunca nos deram motivo para levar a sério suas opiniões sobre a solvência nacional. É verdade que, em geral, os países que declararam moratória tiveram suas notas rebaixadas antes da consumação desse fato.

Mas, nesses casos, as agências de classificação apenas seguiram os mercados, que já tinham se voltado contra esses devedores problemáticos. E, nos raros casos em que as agências rebaixaram a nota de países que ainda tinham a confiança dos investidores – como os EUA hoje -, elas se mostraram equivocadas.

Devemos lembrar do caso do Japão, que teve a nota de sua dívida rebaixada pela S&P em 2002. Ora, nove anos mais tarde, o Japão ainda consegue obter empréstimos com facilidade e a juros baixos. 
Na verdade, na sexta-feira, os juros sobre as obrigações japonesas com prazo de 10 anos eram de apenas 1%.

Assim, não há motivo para levar a sério o rebaixamento da nota da dívida americana na sexta feira. Estamos falando das últimas pessoas de quem deveríamos aceitar conselhos”.

Nove Rainhas: Mentiras e máscaras como metáfora do neoliberalismo






Sexta-Feira, 07 de Junho de 2013

Nove Rainhas: Mentiras e máscaras como metáfora do neoliberalismo


Oscar Guisoni



Buenos Aires - Qual é o encanto de “Nove Rainhas”, o policial argentino filmado no emblemático ano 2000 pelo diretor Fabián Belinsky? Por que, uma década e meia depois, o filme protagonizado por Ricardo Darín e Gastón Pauls continua sendo um clássico latino-americano? Que mensagem trazem consigo estes dois estelionatários em busca da riqueza fácil por trás de uma improvável coleção de selos provenientes, nada mais, nada menos, que da República de Weimar, que levam o enganador nome de “as Nove Rainhas”?

Existe uma crença enraizada na crítica cinematográfica mundial que sustenta que, em épocas de crise, a criatividade floresce de modo exponencial, tanto como explodem os índices de desemprego e as dívidas não pagas. Uma crença que começou a forjar-se quase junto com o cinema sonoro, à luz da trágica Grande Depressão que estourou em 1929, o ano em que as telas começaram a falar e mudaram o cinema de uma vez e para sempre. E existe uma leitura - muito mais sofisticada, se queremos - que compara o policial negro e as histórias de estelionatários e ladrõezinhos com a solapada crítica social a uma sociedade que perdeu seu rumo nas mãos dos especuladores e do capitalismo descontrolado. 

Os ladrões de pouco valor se transformam assim em uma espécie de contestadores do sistema que refletem com criatividade e em pequena escala o roubo generalizado ao qual a sociedade em seu conjunto é submetida em meio à crise e a descrição do turvo ambiente no qual se movem se torna crítica social pura, enquanto a estrutura do relato policial esconde a ansiedade que gera a crise e a transforma em catarse. Com este ímpeto, em Hollywood se realizaram joias como The Public Enemy (Willian Wellman, 1931) ou Scarface (Howard Hawks, 1932) e se escreveram os grandes clássicos do “hard boiled”, como O Falcão Maltês, de Dashiell Hammett, levada ao cinema em 1941 pelo mestre John Huston. 

Nessa linha é preciso, então, ler a “Nove Rainhas” argentina. Filmada no ano 2000, apenas alguns meses antes do estouro do modelo neoliberal que havia levado a seu paroxismo o presidente Carlos Menem e que levou até sua agonia o conservador Fernando De La Rúa, o filme mostra dois estelionatários em ação, em busca de uma coleção de selos que supostamente se encontram em mãos de uma viúva ingênua e à qual pretendem arrebatá-la para vendê-la nada mais nada menos que a um empresário espanhol, símbolo do ladrão de colarinho branco que enriqueceu com as privatizações estatais na década de 90, a quem esses dois malandros crioulos querem arrancar parte de seus exorbitantes lucros.

Mas as coisas não são como parecem e logo o espectador começa a suspeitar que exista alguém oculto que também o está enganando. E, na medida em que o relato policial se faz comédia de enredos, o espectador vai se preparando para exercer esta suprema arte da crítica ao neoliberalismo que destrói o sentido comum da época com suas próprias armas: desconfia de tudo, os seres humanos só estão nesse mundo para traí-lo. Ou, para dizer com as palavras do fundador da escola de Chicago, o aristocrata austríaco Friedrich Hayek: os seres humanos são individualistas acérrimos que só buscam satisfazer seu interesse pessoal, o altruísmo é um defeito só dos fanáticos. 

Uma década e meia depois, Nove Rainhas continua entusiasmando, assim como continuam fascinando os grandes clássicos do policial norte-americano da década de 30, porque o sentido comum que fez possível a crise ainda subjaz em uma sociedade como a latino-americana, que começou a fazer a batalha contracultural a duras penas, mas que ainda continua desconfiando profundamente do “outro” e continua procurando pequenas tretas para tratar de reparar com astúcia popular o saque ao que continua sendo submetida de vez em quando pelos “suspeitos de sempre”.

Tradução: Liborio Júnior

Casal é flagrado transando nos degraus de acesso do Copan, em SP

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1291163-casal-e-flagrado-transando-nos-degraus-de-acesso-do-copam-em-sp.shtml


Folha.com, 07/06/2013 

Casal é flagrado transando nos degraus de acesso do Copan, em SP


ROBERTO DE OLIVEIRA
DE SÃO PAULO


Quanto vale uma transa? Nas escadarias de um dos edifícios mais populosos do Brasil, o Copan, custou R$ 678.
Esse é o valor da multa que a administração do prédio, um dos cartões-postais paulistanos, emitiu ao proprietário de um apartamento do bloco E, ocupado por imóveis de um quarto e quitinetes.
O apê estava alugado. A inquilina emprestou o imóvel para uma amiga do Rio de Janeiro. Esta recebeu um casal de visitantes. Os dois se identificaram na portaria do edifício e pegaram o elevador.
Câmeras de segurança flagraram a saída deles, que, no lugar de seguirem em direção ao apartamento, mudaram de rumo: foram para as escadas externas de acesso ao terraço.
Desconfiado, o segurança resolveu ir atrás. Encontrou os dois lá no alto bem na "hora H". As câmeras pegaram o casal arrumando as roupas. 



Editoria de Arte/Folhapress


A transa rolou no último dia 27, às 22h20. Sob a condição de anonimato, a garota que fez sexo na escadaria conversou com a Folha.
"Entrei numa área livre, não quebrei a porta, não incomodei ninguém. Quando o segurança chegou, parei o que estava fazendo e fui embora", conta. "É ridícula essa situação de moralismo, de patrulha da vida alheia. Quem nunca transou num local público?" Oi? "Tá bom, a diferença é que fui pega", diz.
A garota, que mora no Rio, conta que já pagou o valor da multa para a amiga inquilina. "Que chato! Ela foi advertida. Temo por represálias." 

VAQUINHA

Para tentar minimizar o estrago na conta bancária, a garota da escada criou uma página chamada "peripécias no Copan", no site Vakinha.
Como o próprio nome indica, vakinha.com.br é usado por internautas para levantar uma grana para as mais variadas causas. Nele, a carioca se identifica com o nome fictício de Alana Milesi, 25. Escreveu: "Aprontei um pouco demais da conta e acabei recebendo uma multa de R$ 678 por transar no último andar do Copan. Agora quero ver vocês pingarem e ajudarem uma amiga que foi penalizada pelo universo apenas pelo fato de ser 'transona'".
Até ontem à noite, a página tinha cerca de 9.000 visitas. Balanço da "sacolinha"? R$ 20 -a confirmar.
Comentários pipocaram pela web. No próprio site: "Façam uma outra vaquinha para um motel, porque nem nas escadas se pode transar em paz mais. Valeu e bom sexo". O assunto, é claro, também caiu nas redes sociais. No Facebook: "Cobra do cara que te catou... Pelo menos, 50%". No Twitter: "Multa por transar é sacanagem".
A garota está esperançosa. "Isso já deu tanta dor de cabeça. Podiam ao menos dar uma contribuída. Fala sério, minha causa é nobre", gaba-se.
Para o síndico do Copan, Affonso Celso Prazeres de Oliveira, 73, o ato "é simplesmente depreciativo". "Que foda cara! Só dá para fazer piada", brinca. "E ainda na escada?" A multa, explica Oliveira, é por desrespeitar às normas do prédio.

ANTECEDENTES

Projetado nos anos 1950 por Oscar Niemeyer, o Copan enfrentou nos anos 1980 prostituição aberta nos corredores e tráfico de drogas.
O prédio só foi colocado nos eixos graças ao trabalho incessante do síndico e também de quem vive por lá.
Hoje, o edifício localizado no centro de São Paulo abriga 2.038 moradores, que ocupam 1.160 apartamentos distribuídos em seis blocos.
"Quase ninguém aqui ficou sabendo dessa história da transa, mas, depois que o caso foi parar no Vakinha, bombou", conta Juliana Trento, 27, projetista, moradora do edifício. "Só se fala disso."
Vale lembrar, no entanto, que essa não foi a primeira vez que as escadas do Copan tiveram uso indevido, Juliana. O síndico conta que, há três anos, um morador, proprietário do imóvel, foi expulso do edifício por transar nas escadas. Detalhe: duas vezes.

Inferno em Cuba





07/06


Inferno em Cuba



Mauro Santayana


Há, na ilha de Cuba, um campo de concentração que lembra os montados pelos nazistas na Europa de Hitler. Mais de uma centena de prisioneiros sem julgamento — já que não há nas leis nada que dê suporte legal para tal ato — se encontram confinados desde 2002, em instalações precárias e provisórias, submetidos desde então a maus-tratos e tortura, física e psicológicaQuase todos eles se encontram há meses em greve de fome. Depois da morte de nove deles, passaram a alimentá-los à força, prática condenada pela Comissão de Direitos Humanos da ONU.


É bom explicar que não é um presídio do governo de Cuba mas, sim, estadunidense. Trata-se de parte da base naval de Guantánamo, ali instalada pelo governo dos Estados Unidos, depois da guerra vitoriosa contra a Espanha, em 1901. A partir de então, Cuba deixou de ser colônia de Madri para tornar-se dependência política de Washington.

A instalação formal da base e a assinatura de um tratado para a sua manutenção ocorreram em consequência da Emenda Platt, em 1903, pela qual Cuba perdia toda a sua soberania — imposta pela força. Ainda que Roosevelt, em 1934, tenha formalmente abolido a Emenda, o Tratado de cessão da base foi mantidoPelo documento, a ocupação militar de Guantánamo durará enquanto isso for do interesse de Washington.

Mais de 160 homens, que nunca foram acusados de nenhum crime, permanecem em Guantánamo

Logo depois da Revolução Cubana, quando se iniciaram os desentendimentos com as empresas de petróleo americanas, mas ainda em 1959, Havana denunciou formalmente o Tratado: os Estados Unidos deviam retirar-se da base. No entanto, eles, além de não tomarem conhecimento da decisão de Fidel, intensificaram sua ação diplomática contra Cuba, e a clandestina, a cargo da CIA e contrarrevolucionários cubanos — que levou à frustrada tentativa de invasão da Baía dos Porcos.

Mais de 160 homens, que nunca foram acusados de nenhum crime, e menos ainda condenados por crimes de guerra, permanecem em Guantánamo, sem um fim à vista” — argumenta o coronel Morris Davis, que foi o chefe dos promotores das comissões militares que julgaram (ilegalmente) os prisioneiros de Guantánamo, entre 2005 e 2007, durante o governo de Bush II.

Davis lidera um movimento nos Estados Unidos que recolheu 190 mil assinaturas de seus concidadãos, em uma petição para fechar a base e libertar os prisioneiros, e a encaminhou ao Congresso. Há mais de três anos que 86 prisioneiros de Guantánamo receberam — por falta absoluta de evidências de sua participação em atos de terrorismo — autorização para regressarem a seus países. Têm medo de soltá-los: onde quer que estejam, os prisioneiros de Guantánamo contarão ao mundo sua história e, tendo sido tão vilipendiados, estarão disponíveis contra os EUA.

Sequestrados, enjaulados, torturados, humilhados, estão moralmente autorizados a dar o troco.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

10 festas de São João que valem a visita



 
UOL, 06/06/2013 
                  

Aulas de forró, shows de humor e música: conheça dez festas de São João que valem a visita

 

Do UOL, em São Paulo

Festas de São João são celebradas no Brasil inteiro, mas é no Nordeste que elas arrastam multidões para a folia. Várias cidades da região abrigam alguma celebração junina com shows, cenários e números de participantes grandiosos. E em 2013 não será diferente: neste ano, em lugares como Caruaru, Campina Grande, Mossoró e Aracaju, o turista poderá encontrar festejos com apresentações de repentistas, quadrilhas, artistas tradicionais nordestinos e até astros da música brasileira, como Ivete Sangalo e Luan Santana.
Abaixo, veja uma lista com dez cidades que terão festas de São João extremamente interessantes nos próximos dias:
 
 
Assú (RN)
A cidade de Assú está situada a 210 km de Natal e abriga uma das mais tradicionais festas de São João do Brasil. Segundo autoridades do município, as homenagens a São João Batista ocorrem em Assú há mais de 280 anos.
Em 2013, as celebrações juninas oficias da cidade ocorrem entre 14 e 24 de junho e contarão com shows de artistas como Dorgival Dantas, Naldinho Ribeiro, Zé Barros, Ivaldo Maceió, Arleno Freitas e Alessandro Saldanha, além de outras apresentações de sanfoneiros e trios de forró. Haverá ainda espaço para o show da banda gospel “Os Doidin de Deus”. Encontros de quadrilhas e feiras de comidas típicas e artesanatos também farão parte do cardápio. O centro histórico de Assú, dono de belos casarões centenários, será o cenário para o evento.
Mais informações: www.assu.rn.gov.br
 
 
Divulgação
O centro histórico da cidade de Assú (RN) sedia uma das maiores festas juninas do Brasil
 
 
Campina Grande (PB)
Os habitantes de Campina Grande, na Paraíba, afirmam que sua cidade tem o “maior São João do mundo” - e, de fato, os festejos juninos no local costumam ser grandiosos. Em 2013, o evento terá início em 7 de junho de 2013 e irá atravessar 30 dias, terminando apenas em 7 de julho.
Já há mais de 100 atrações confirmadas para a festa. Entre elas, destacam-se os artistas Gilberto Gil, Fagner, Zé Ramalho, Elba Ramalho, Alcymar Monteiro e Geraldo Azevedo, além das bandas Calypso, Falamansa, Aviões do Forró, Garota Safada e Os Três do Nordeste. Quadrilhas, repentistas e venda de comida regional também se farão presentes. No ano passado, quando homenageou os 100 anos de Luiz Gonzaga, o São João de Campina Grande recebeu cerca de dois milhões de pessoas.
Mais informações: http://saojoaodecampina.com/
 
 
Caruaru (PE)
A cidade de Caruaru sedia um dos principais festejos de São João do país (e concorre com Campina Grande para ver qual é maior). Neste ano, o evento, que homenageia o músico Dominguinhos, começa no dia 1º de junho e vai até 29 de junho. Na programação há shows de Luan Santana, Zé Ramalho, Fagner, Elba Ramalho, Margareth Menezes, Garota Safada, Aviões do Forró e Limão com Mel. No dia 8, a agenda será dedicada a shows de música gospel.
Durante o São João de Caruaru, vale lembrar, os famintos poderão se saciar com comidas gigantes. Em determinados dias do evento, serão servidos tapiocas gigantes, polenta gigante, doce de mamão com coco gigante e também o que seria “o maior cozido de milho do mundo”. Os turistas também poderão provar “o maior xerém com galinha”. A abertura do evento, no dia 1º de junho, ficou a cargo de Geraldo Azevedo e Mastruz com Leite.
Mais informações: www.caruaru.com.br
 
 
Aracaju (SE)
Batizada de “Forró Caju”, e prestes a completar 20 anos de história, a festa junina oficial de Aracaju, no Sergipe, será realizada em 2013 entre os dias 20 e 30 de junho. O epicentro das celebrações é a praça Hilton Gomes, localizada entre os mercados centrais da capital sergipana, que deve receber aproximadamente 150 mil visitantes neste ano.

Geraldo Azevedo, Aviões do Forró, Banda Calypso, Dragões do Forró, Zé Ramalho, Calcinha Preta, Garota Safada e Elba Ramalho estão entre as muitas atrações que vão alegrar os visitantes do Forró Caju. Neste ano a festa terá um "Dia de Paz", com apresentação de atrações cristãs.
Mais informações: www.aracaju.se.gov.br
 
 
Divulgação
O Forró Caju, na capital sergipana, chega a receber 150 mil visitantes a cada ano
 
 
Amargosa (BA)
Conhecida como a “Cidade Jardim”, Amargosa se encontra a 240 km de Salvador, em pleno Recôncavo Baiano. Seus festejos de São João estão entre os mais animados na Bahia e, neste ano, serão realizados entre 19 e 24 de junho, principalmente nos arredores da Praça do Bosque (que tem área de 29 mil m²). O evento contará com shows de Alceu Valença, Aviões do Forró, Falamansa, Maria Cecília & Rodolfo e Dorgival Dantas.
Os amantes do forró também poderão se divertir com apresentações de Chambinho do Acordeon (que interpretou Luiz Gonzaga no filme “Gongaza – De Pai Para Filho”) e Cacau com Leite. Já aqueles que não são familiarizados com o ritmo, terão a chance de fazer aulas de forró gratuitas durante o São João de Amargosa (haverá diversos casais de bailarinos espalhados pela Vila Junina para ensinar alguns passos aos visitantes). Feiras com barracas de comidas, bebidas típicas e artesanatos completarão o cenário.
Mais informações: www.amargosa.ba.gov.br
 
 
Mossoró (RN)
Os festejos de São João na cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, serão realizados entre os dias 8 e 30 de junho e contarão com a participação de mais de 100 atrações culturais. A cidade está situada no oeste do Estado potiguar, a 277 km de Natal, e exibe uma das principais festas juninas do Brasil (que neste ano consumiu investimentos de R$ 5 milhões).
Na programação do São João de Mossoró estão confirmadas apresentações de shows de humor (conhecidos como “Sorrindo no São João”, com participações de Alex Nogueira e Zé Lezim) e mais de 200 grupos de quadrilhas, que irão se exibir na Arena Deodete Dias, com capacidade para mais de 2.000 pessoas. Na agenda de grandes concertos já estão confirmados Luan Santana, Garota Safada, Paula Fernandes, Elba Ramalho e Solteiros do Forró. Haverá também no lugar barracas de comida, palcos para apresentações de trios de forró pé-de-serra, bares e restaurantes.
Mais informações: www.mossorocidadejunina.com.br
 
 
Salvador (BA)
Mais famosa atualmente pelo axé do que pelo forró, a capital baiana sedia uma das mais animadas festividades de São João do Nordeste. É na área do Pelourinho, no centro histórico de Salvador, que se apresentam as principais atrações do evento.
Neste ano, o São João soteropolitano terá 30 dias de festa, começando já em 1º de junho (serão 122 apresentações musicais de bandas e artistas e 16 trios de forró). O evento pega fogo, porém, a partir do dia 20, quando serão realizados os principais shows da agenda. As quadrilhas tradicionais, por exemplo, se apresentarão na Praça Municipal de 20 a 30 de junho. Já no Terreiro de Jesus será possível assistir, a partir do dia 20, a shows de Genival Lacerda, Alceu Valença e Trio Virgulino. E no Largo do Pelourinho se apresentarão artistas como Trio do Forró, Chambinho do Acordeon e Zé Gomes. Também haverá um espaço para as crianças na Praça das Artes.
 
 
Divulgação
O São João soteropolitano terá 30 dias de festa e mais de 100 apresentações culturais
 
 
 
Cruz das Almas (BA)
Cruz das Almas fica a 150 km de Salvador e sediará os festejos de São João durante todo o mês junino, que serão realizados sob o tema “Arraiá Terra e Semente – A Festa de Nossa Gente”. O ápice das celebrações, porém, ocorre entre 20 e 24 de junho. O evento terá atrações tanto para adultos como para crianças. Os pequenos terão à sua disposição um “arraiá infantil”, que será erguido na praça Multiuso. Já os adultos poderão se divertir com diversos shows na praça Senador Themístocles. Entre os artistas confirmados para a festa estão Aviões do Forró, Santana, Estakazero, Cangaia de Jegue e Adelmário Coelho.
Aos concertos desses músicos se juntarão apresentações de quadrilhas, quermesses, exposições fotográficas e feiras de artesanatos e de comida. Entre as receitas haverá canjica, aipim, bolo de milho e doces caseiros. Além disso, algumas festas privadas serão realizadas na cidade entre os dias 21 e 23 de junho: o Bloco Bosque Skol, por exemplo, contará com um bloco puxado pela banda Chiclete com Banana. Haverá receptivos turísticos recebendo os visitantes na rodoviária de Cruz das Almas e na Senador Themístocles.
 
 
Senhor do Bonfim (BA)
Localizada a 375 km de Salvador, Senhor do Bonfim é conhecida como a “capital baiana do forró”. Neste ano, a cidade sediará festejos de São João entre os dias 21 e 24 de junho. Entre as atrações já confirmadas para o evento estão os artistas Seu Maxixe, Cicinho de Assis, Dorgival Dantas, Brega e Vinho e Página Virada.
Além disso, na festa, o visitante poderá admirar diversas manifestações culturais que têm a ver com festa junina, como apresentações de samba de lata, samba de roda, quadrilhas, desfile de carroças, baile com banda de pífanos e até uma guerra de espadas. Diversos sanfoneiros da região também marcarão presença no evento. As celebrações ocorrerão principalmente nos arredores da Praça da Cidade, e nos dias 22 e 23 de junho será realizada em Senhor do Bonfim a festa privada “Forró do Sfrega”, com shows de bandas como Chiclete com Banana, Forró Pega Leve e Harmonia do Samba. No dia 24 é a vez da festa “Ressaca do Sfrega” entrar em cena, com shows de Gusttavo Lima, Kart Love e Oito7Nove4.
 
 
Limoeiro (PE)
O município de Limoeiro está localizado a 80 km de Recife, no agreste pernambucano, e apresenta uma animada festa de São João para quem está no Estado nordestino. Em 2013, os festejos serão realizados entre os dias 21 e 29 de junho e contarão com apresentações de excelente bandas de forró e quadrilhas. São diversos polos de animação espalhados pela cidade, que irão abrigar shows de grupos como Forrozão Pecado Moreno, Grupo Aconchego e Balança de Cintura.
A abertura do evento, no dia 21, terá shows de Geraldinho Lins e Musa do Calipso. Já a festa de encerramento, no dia 29, exibirá um concerto de Ivete Sangalo. Haverá também as quadrilhas Esperança, Belas Rosas, Oroart e Flor do Bairro, além de repentistas, teatro de mamulengo e diversas brincadeiras juninas, como pau de sebo e quebra-panela.
Mais informações: www.limoeiro.pe.gov.br