domingo, 1 de abril de 2012

Revista CartaCapital tem edição sequestrada em Goiânia

domingo, 1 de abril de 2012







01.04.2012 16:53

O estranho sumiço de CartaCapital em Goiânia

 
Gabriel Bonis

“A fotocópia da matéria custa cinco reais, quer que eu reserve? Não tenho mais como tirar outra, porque a tinta da máquina acabou”, oferece, por telefone, a vendedora de uma revistaria de Goiânia. CartaCapital ligava para saber se o estabelecimento ainda tinha em estoque a edição 691, que traz em sua capa reportagem sobre os laços dos negócios ilegais do bicheiro Carlinhos Cachoeira, o senador Demóstenes Torres e o governador de Goiás, Marconi Perillo, identificados pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo.
A revista, que teve acesso exclusivo ao relatório da operação da PF, recebe desde a manhã deste domingo 1 inúmeras mensagens em seu portal e contas nas redes sociais Twitter e Facebook a alertar sobre a estranha dificuldade em encontrar a edição nas bancas da capital goiana.




Com medo de quê?
A reportagem de capa, assinada pelo jornalista Leandro Fortes, aborda documentos, gravações e perícias da Operação Monte Carlo que indicam uma sinergia total entre o esquema do bicheiro, Demóstenes e o governador de Goiás, Marconi Perillo.
Uma gravação telefônica de 5 de janeiro de 2011 entre Cachoeira e seu principal auxiliar, Lenine Araújo de Souza, vulgo Baixinho, captada por agentes federais, mostra a interferência do bicheiro no governo de Perillo.
De Miami, o empresário recebe a notícia de que um de seus indicados para o governo de Goiás, identificado apenas por Caolho, foi preterido sem maiores explicações, aparentemente sem o conhecimento do governador. “Marconi, hora que souber disso (sic) vai ficar puto”, reclama o bicheiro, no telefonema a Souza. E acrescenta, a seguir: “Já mandei avisar ele (sic)”.
A reportagem também informa que Demóstenes recebeu ordem de Souza para falar diretamente com o governador – que nega envolvimento no caso – sobre o assunto.
Esta, no entanto, não foi a única interferência do bicheiro no governo de Perillo, segundo a PF. Há registro de conversas em que Cachoeira se mostra incomodado com a atuação de um coronel em Anápolis, que poderia atrapalhar os seus negócios.
Na semana passada, CartaCapital revelou que o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) tinha direito a 30% da arrecadação geral do esquema de jogo clandestino comandado pelo bicheiro – e que movimentou, em seis anos, 170 milhões de reais (Leia mais AQUI).
Pelo Twitter, diversos usuários relataram que a edição da revista teria sido comprada em grandes lotes por indivíduos em carros sem placas, supostamente ligados ao bicheiro e a pessoas próximas dos envolvidos nas denúncias ao governador de Goiás, para evitar que a população tivesse conhecimento do caso.
Segundo relatos nas redes sociais, a edição teria sido comprada, em grande parte, logo após a abertura das bancas.
A reportagem de CartaCapital entrou em contato neste domingo, por telefone, com cerca de 30 bancas de jornal, livrarias e revistarias da capital goiana, entre as milhares que existem na cidade.
Devido a dificuldade em averiguar pessoalmente o caso neste domingo, não é possível confirmar se o mesmo ocorreu em outras bancas ou partes da cidade, ou se os próprios contatados foram instruídos a negar a venda em lotes.
Mas os relatos deste tipo de venda são inúmeros, entre eles o do deputado federal Luiz E. Greenhalgh, via Twitter. “São muitas as pessoas que testemunharam o sequestro da CartaCapital em Goiânia. Amigos me telefonaram. Fato inadmissível nos dias de hoje”, disse. (Veja imagem de alguns tweets abaixo).








Em comentários no site da revista, os internautas afirmam não haver mais revistas em diversas partes da cidade e questionam o sorrateiro desaparecimento das edições. “Antes das bancas de revista abrirem, a revista CartaCapital já estava sendo recolhida pelos jagunços do chefe da quadrilha”, relata o leitor que identifica como Sílvio.
Outro internauta, Flávio Câmara especula sobre a possibilidade de a revista estar esgotada pela ação ‘’de políticos” a agir “estrategicamente” e encobrir “o caso envolvendo Carlinhos Cachoeira e os políticos goianos.”
A leitora Sônia relata ter tentado comprar a revista pela manhã e não a encontrou. “Em uma delas, o rapaz disse que um homem passou e comprou todos os exemplares. Se isso não é manipulação política, qual será o nome disso?”, questiona.
A reportagem de CartaCapital continua a averiguar a situação, a fim de confirmar ou não as denúncias dos internautas.
O texto de Leandro Fortes será disponibilizado na íntegra nesta segunda-feira 2 no site de CartaCapital.

Óia recorre ao santo sudário para desviar opinião pública do escândalo do DEM

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Veja apela para a fé para diminuir impacto do escândalo que atinge em cheio a oposição e sua própria redação.
Demóstenes é apenas um destaque de canto de capa. 
E se o escândalo fosse sobre alguém no governo, como seria esta capa?





http://brasilquevai.blogspot.com.br/2012/03/efeito-domino-pode-atingir-serra.html

sábado, 31 de março de 2012

Efeito dominó pode atingir Serra




Depois de cair Demóstenes Torres, senador do DEM, cai Agripino presidente do mesmo partido. Os dois maiores críticos do que chegaram a chamar de crise moral no governo Dilma viraram manchete de jornal e correm o risco de impeachment depois de abertos processos por desvio de conduta no Supremo Tribunal pelo Ministério Público Federal.

Com eles sucumbe o que restava dos escombros do edifício dos Democratas, trazido ao chão pelos filmes que mostravam o único governador eleito pela agremiação originada do extinto PFL, recebendo numerário de agente público incumbido da arrecadação de propinas.
 
Foram escândalos diferentes, ainda que de divulgação concomitante, os que vitimaram um e outro dos próceres oposicionistas. Mas o de maior estrago foi o de Agripino, que ameaça arrastar consigo o candidato `a prefeitura de São Paulo pelo PSDB, José Serra.

Serra, que insiste em São Paulo brigar como um cão velho pelo osso que pretende  saborear daqui a 2 anos em Brasília, tem gente graúda de sua confiança envolvida no escândalo que volta a atingir o último bastião moral do DEM, Agripino.

O nome do homem, que até rima com o de Maia , é João Faustino.  O tucano potiguar de quem ninguém tinha ouvido falar até que fosse preso pela polícia federal por chefiar esquema de fraude nos serviços de inspeção veicular em seu estado, foi feito suplente de senador de Agripino Maia por indicação do paulista José Serra, no momento em que desfrutava de grande prestígio dentro de seu partido pelo fato de ser candidato a presidente da república.

Estranho, não? O padrinho do prefeito paulistano Kassab, que teve os bens bloqueados pela Justiça por suspeita de fraude na inspeção veicular da cidade de São Paulo, patrocinou alguém do seu círculo com domicílio a quase 4.000 km de distância,  que, por sua vez, também ele envolveu-se em fraudes bilionárias nos serviços de inspeção veicular.

Mas não se pense que por suas pretensões eleitorais em âmbito nacional, José Serra foi buscar amigos e apoios lá onde as necessidades de voto o exigiriam, vindo a conhecer casualmente o aliado Faustino. Não, José era chapa de João desde os tempos da UNE, quando o famigerado, diria Guimarães Rosa, presidiu a seção norte-riograndense da entidade.

Mais, quando governador Serra abonou a ficha de filiação do amigo ao partido dos tucanos e abrigou-lhe na antessala de Aloysio Nunes, seu Chefe da Casa Civil, com o pomposo título de Sub-Chefe da Casa Civil, cargo de que desfrutou por 2 anos e meio no Palácio dos Bandeirantes. Até 2010 Faustino recebia estipêndios do governo de São Paulo como conselheiro de empresas estatais.

A convivência entre Aloysio e João tampouco foi difícil, desde que um e outro trabalharam juntos no governo Fernando Henrique Cardoso: Faustino na condição de Secretário da Presidência para Assuntos Federativos e Aloysio na de Secretário Particular do Presidente.

À aproximação da campanha eleitoral, Serra incumbiu seu “protegée” de levantar dinheiro no nordeste. Com uma boa ajuda de custo no bolso e uma idéia esplêndida na cabeça: reproduzir entre os nordestinos a bilionária experiência da inspeção veicular da cidade de São Paulo que ele, Serra, havia deixada prontinha para ser operada por seu  substituto e depois prefeito eleito com seu esforço pessoal, Gilberto Kassab.

João Faustino, usando o nome do candidato presidencial, foi direto à governadora Wilma Maia para que baixasse, ainda antes das eleições presidenciais, lei estadual instituindo a inspeção veicular no estado. 

Os investigadores interceptaram mensagens eletrônicas entre os operadores do esquema e contatos seus dentro da Prefeitura de São Paulo que comprovam estreita colaboração de funcionários com a quadrilha na elaboração da lei que criou a inspeção veicular em Natal, no edital de concorrência publicado e até nos despachos que deveriam ser apostos em caso de recursos apresentados contra o fraudado certame.

Agora Serra quer ser Prefeito e chama de inconsequente a proposta de seu jovem oponente Fernando Haddad de extinguir a taxa de inspeção veicular paga pelos motoristas paulistanos, mesmo depois de haverem já pago o imposto sobre veículos automotores, o IPVA, que tem cota-parte destinada ao município. Talvez não esteja mesmo bem avaliando o candidato do PT a importância que tem para o caixa de Serra as contribuições desse bilionário negócio em São Paulo.

EUA e direita manobram na Venezuela

EUA e direita manobram na Venezuela


Por Diego Olivera, no sítio da Adital




A crise do modelo capitalista leva os povos da Europa à miséria.

A situação internacional continua caracterizada pela grave crise do capitalismo, que atinge a vários países da Europa, entre os mais sacudidos pelos planos da Troika Europeia (França, Alemanha, Inglaterra) tem sido a Grécia e Portugal, também a Espanha e a Itália sentem os impactos de uma elevada inflação, ajustes fiscais e altos níveis de desemprego; os sem trabalho e os sem seguro desemprego chegam a mais de 20 milhões de pessoas no velho continente. Os impactos desses ajustes neoliberais impulsionados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), sustentam sua estratégia na defesa do sistema financeiro e os altos subsídios aos bancos internacionais que, particularmente, têm sido os pais da denominada bolha imobiliária nos Estados Unidos (modelo especulativo com altas taxas impositivas), fator detonante da quebra da estabilidade do capitalismo financeiro.

Os efeitos dessas políticas monetaristas na América Latina nas décadas de 70, 80 e 90 do século XX levaram vários países desse continente à quebra, como Argentina ou Brasil, entre outros, gerando altos índices de desemprego, níveis de pobreza crítica, altos índices de inflação e desvalorização de moedas, bem como ditaduras militares para garantir os ajustes, os mesmos que hoje são aplicados na Europa. Uma realidade que confirma que para o capitalismo são mais valiosos seus capitais, bancos e monopólios do que a vida dos seres humanos.

Os efeitos da crise impulsionam uma campanha guerreirista dos EUA e da OTAN

Essa nova realidade mundial se amplia com as campanhas guerreiristas do imperialismo estadunidense, que concebe o mundo como seu quintal (anteriormente era a América Latina). Já não existem fronteiras, suas empresas de mercenários criam as condições para criar falsos setores de oposição. Dessa maneira, aplica-se a denominada Guerra de Quarta Geração, apoiada na estratégia do presidente Barack Obama, de que qualquer nação que crie uma estrutura de libertação nacional, conforme uma resistência armada a governos denominados pelos "antidemocráticos”, pode ser apoiado pelos EUA e pela OTAN, como exemplo a invasão à Líbia e hoje as agressões à Síria, também os planos contra o Irã.
É importante assinalar como esses procedimentos e essas estratégias não são novas; foram aplicadas pelo modelo colonialista da Inglaterra, em várias guerras na África, no Oriente Médio, na Ásia e na América Latina, com as políticas de balcanização, criando falsas barreiras entre nações desses continentes, sob a aplicação de governos títeres que negociavam seus países, para beneficiar a setores econômicos privados nacionais e estrangeiros. Essa visão imperialista foi repotenciada nesse novo século XXI, onde os EUA conseguiram impor-se na Europa, incorporando a OTAN como exército de avançada, ampliando, dessa maneira, suas guerras em escala mundial, para autodefinir-se como a polícia do mundo, sob o lema "é pela segurança dos Estados Unidos”.

No marco dessa estratégia operam contra a Venezuela e a América Latina

Parte dessa estratégia do governo de Obama está montada na Venezuela com um plano desestabilizador, onde setores da ultradireita venezuelana, criaram planos midiáticos, tais como queimar vertedouros de lixo para gerar descontentamento. Da mesma maneira com as campanhas da "água contaminada”, sem nenhum diagnóstico científico, a clonagem de correios de funcionários e de dirigentes bolivarianos para criar confusão e levar à divisão interna. Nesse mesmo plano está o ataque impiedoso à saúde do presidente Chávez.

A ação dos setores radicais da direita reflete a debilidade do candidato da Mesa de la Unidad Democrática (MUD), ante as pesquisas que dão como seguro triunfador ao presidente Chávez, com porcentagens que vão dos 55% aos 63%, enquanto o candidato opositor, Enrique Capriles, obteria entre os 22% e 25% dos votos, com uma candidatura que não cresce nos setores populares como em setores da classe média, o que cria incerteza na oposição e amplia possíveis planos antidemocráticos.

Por isso, não é incoerente pensar que a direita e os EUA ficarão de braços cruzados ante o iminente triunfo do mandatário venezuelano. Se bem que a MUD reconheceu, em 12 de fevereiro de 2012, a existência de democracia na Venezuela, como também elogiou ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) por seu trabalho, após 10 anos de sua tese de governo ditatorial e do CNE a serviço do mesmo, a recente campanha montada pela oposição de um empate técnico entre ambos candidatos, mostra a imoralidade dos porta vozes da MUD, já que não existe nenhuma pesquisa nacional que avalize essa asseveração. Somente as pesquisas em um laboratório e com pessoas aderentes a essa candidatura, isto é, um globo publicitário, para um mal começo em umas eleições que sempre foram democráticas e reconhecidas em âmbito internacional.


G1,
17/03/2012

Chávez chega à Venezuela após tratar câncer em Cuba

Da France Presse


O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, chegou na noite desta sexta-feira (16) a Caracas, após passar três semanas em Havana, Cuba, onde foi operado de um segundo tumor maligno no mesmo local onde, em meados de 2011, teve extirpado um primeiro câncer.
O chefe de Estado, de 57 anos, foi recebido com honras militares em sua chegada às 20h (21h30 de Brasília) ao Aeroporto Internacional de Maiquetía, na região de Caracas. Chávez parecia cansado e estava acompanhado da mãe e de suas filhas.
Em entrevista à TV estatal, Chávez disse que "após a bem sucedida cirurgia de domingo, 26 de fevereiro, nestas duas semanas e um pouco mais vivemos um processo de franca recuperação. Me sinto bastante recuperado". O presidente garantiu que está com "disciplina de recruta (...) nesta batalha que me corresponde enfrentar".
Chávez foi operado no dia 26 de fevereiro em Havana de um tumor maligno na mesma região onde em junho de 2011 teve extirpado o primeiro câncer, cuja natureza e localização nunca revelou.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, voltou para casa e disse que ‘se sente recuperado’. (Foto: Fernando Llano / AP Photo)
 
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, voltou para casa e disse que ‘se sente recuperado’. (Foto: Fernando Llano / AP Photo)
O presidente, que deu ordem de que só ele pode informar sobre sua doença, tinha se declarado recuperado em outubro passado.
Após a última cirurgia, em fevereiro, o chefe de Estado afirmou que se submeteria em breve a uma radioterapia durante "uma hora diária", sem descartar outros tratamentos complementares.
Nas três semanas que esteve em Cuba, Chávez apareceu em público em raras ocasiões, especialmente em vídeos pré-gravados divulgados pela televisão oficial venezuelana, mas a todo momento garantiu estar se recuperando, confiante em seu restabelecimento pleno.
Durante sua permanência em Cuba, Chávez se manteve na presidência e rejeitou entregar o poder ao vice, Elías Jaua, apesar dos protestos da oposição. "Não deixei de estar atento um só dia", afirmou o presidente nesta sexta-feira.
Chávez, que aspira se reeleger para um terceiro mandato consecutivo nas eleições de 7 de outubro, quando deve enfrentar o candidato opositor Henrique Capriles, lembrou que "promessa é dívida". "Prometi a vocês que vou viver, que vamos viver e seguir vencendo".
"O que se respira é a vitória bolivariana de 7 de outubro. Não vão poder conosco, façam o que façam", disse Chávez, que planeja ficar na presidência até 2031.

Turbinados

Juca e Chico eram dois mecânicos de avião e trabalhavam no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

Cachaceiros de carteirinha, 
não perdiam a chance de derrubar umas e outras.

Num fim de tarde sem movimento, Chico disse:

-Tô seco pra tomar umas...

-Eu também, emendou o Juca.

Os dois foram até o vestiário, 
mas a garrafa no armário estava vazia.

Nessa altura, a vontade aumentou e então Chico sugeriu:

- "Que tal a gente experimentar combustível de jato?"

E o Juca:

- Vamo lá, de repente esse troço é bom..

E os dois detonaram perto de um litro.

No dia seguinte, ao acordar, Chico ficou surpreso, 
pois estava se sentindo muito bem e sem ressaca.

Nisso o telefone tocou; era o Juca, que perguntou:

- Como você se sente?

- Tô inteirão. A coisa é boa pra cacete! Agora só tomo dela!

- É da boa mesmo! Mas, só uma perguntinha: já peidou hoje?

E o Chico:

- Não, por quê?

- Então se segura, porque eu tô ligando de Cuiabá!


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Bento XVI quer excomungar Zé Bolinha-de-Papel

http://f.i.uol.com.br/fsp/images/12086859.gif
 

BENTO XVI QUER EXCOMUNGAR SERRA 45! DEUS PERDOA! SERRA PERJURA, diz PAPA.



Por Phobias de Causo, diretor da sucursal de Brasília Teimosa.


Fontes do Vaticano vaticinaram ao assessor para Assuntos Eleitorais da Fé, de Jose Serra, Ruinzito Verboranzinza, a manifesta intenção de Sua Santidade de "não ser mais complacente com as promessas eleitoreiras do candidato José Serra de não abandonar o mandato, outrora conquistado com os votos de  milhares de católicos que, decepcionados, tuitaram em privado ao papa."
" posso fazer tal o Serra, que disse que era só um papelzinho, era só uma promessinha?"
" esse serra inventou o meio-mandato, a meia-promessa que, tal a meia-gravidez, não existe?"
" serra inventou o Mandato Bienal? Menos mal! A gente o atura só dois anos..."
" Em céu que tem tucano urubu voa de costa. "
Se o olho ( e o ego ) é maior que o cargo, não se candidate. Candidatando-se, não prometa. Prometendo, não  ajoelhe. Ajoelhou, tem que prefeiturar! Supostamente teria ensinado o Papa.
A assessoria de Serra declinou de comentar "a suposta menção papal a suposta excomunhão por perjúrio na candidatura vindoura ".